terça-feira, 24 de março de 2020

Fascismo - Conceito




Nome pelo qual ficou conhecido o regime político implantado na Itália no período de 1922 à 1945, baseado na ditadura de um único partido, sob a liderança de Benito Mussolini (1883-1945). Originário das dificuldades surgidas após a Primeira Guerra Mundial – depauperamento da classe média, má distribuição de terras, inflação, desordens sociais – o fascismo nasceu oficialmente em 1919 quando Mussolini inaugurou o Fascio de Combatimento, em Milão, movimento com um programa nacionalista, de ataques à classe liberal e de feição anticlericalista. Seus anseios refletiam as posições da pequena burguesia e dos ex-combatentes. Oportunistas e violentos, seus integrantes formaram esquadrões que não demoraram atacar sindicatos, ligas e cooperativas.

Esses esquadrões – os Fasci (em italiano, “feixes”, palavra de que derivou o fascismo) – em breve tornaram-se símbolo do movimento, usando camisas pretas – camicie nere – e financiados por industriais e latifundiários. Em 1922, os fascistas marcharam sobre Roma e tomaram o poder. Dois anos depois, o Parlamento era dissolvido. O fascismo, regime totalitário, baseava-se no culto do chefe do partido e do Estado e na obediência ao Líder.

“Acreditar, obedecer, combater”, tal era o lema fascista. O Partido Nacional Fascista (PNF), hierarquicamente organizado, apresentava-se como inimigo do comunismo, do socialismo, da democracia. O individualismo é categoricamente rejeitado para que a pessoa viva em função do Estado. O fascismo, rapidamente, ganhou apoio de diferentes segmentos sociais. Empresários, alarmados com a crise e com a violência e animados com a aceitação de Mussolini no exterior, principalmente na Inglaterra, passaram a encarar o regime com otimismo.

A política econômica do fascismo visava o corporativismo, logo instituído com a criação do Ministério das Corporações, sistema que procurava harmonizar o relacionamento entre patrões e empregados e também colocar sob o controle do Estado toda a economia nacional. Os princípios da doutrina corporativista foram enunciados num documento, a Carta de Lavoro (1927), imitada por muitos países, entre os quais o Brasil durante o Estado Novo.

As corporações, criadas em 1934, redundaram em completo fracasso não só pela desconfiança e má vontade dos empresários como também pela oposição dentro do próprio partido. A corporação acabou sendo mais um instrumento de subordinação da mão-de-obra ao Estado.

O regime fascista pôde, entretanto, obter o apoio da Igreja ao resolver a chamada questão romana, conflitante desde 1870 e então solucionada com os Tratados de Latrão assinados em 1929 por Mussolini e o papa Pio XI. Nessa ocasião, o catolicismo foi proclamado religião oficial e a Igreja alcançava sua soberania no estado do Vaticano.

O regime fascista tinha como um de seus mais importantes objetivos a doutrinação da infância e da juventude, mormente a faixa etária compreendida entre 6 e 18 anos. Organizações juvenis foram constituídas: “filhas da loba”, “balilas”, “jovens italianas”, todas fazendo parte da Ópera Nazionale Balila, mais tarde substituída pela Gioventù Italiana del Littorio. Essas organizações desempenharam diversas funções, não só de tipo militar como esportivas, assistenciais e, principalmente, a de agentes ideológicos para adesão ao fascismo.

Outro aspecto importante do fascismo foi o controle dos meios de comunicação, usados como instrumentos para divulgação dos valores fascistas. Em 1935, criou-se o Ministério de Propaganda, logo transformado em Ministério da Cultura Popular. Nesse contexto, o rádio constituiu-se num fator essencial, pela sua penetração junto às camadas populares, na sua maioria, composta de analfabetos e iletrados. O melhor instrumento de propaganda fascista foi a recreação do trabalhador através de um órgão para isso especialmente criado, a Ópera Nazionale Dopolavoro, que proporcionava inúmeras vantagens, tais como a redução no preço das passagens, passeios, turismo, competições esportivas.

Na política externa, o fascismo procurou expandir-se, conquistando a Etiópia e a Líbia. Associando-se a Hitler, na segunda guerra mundial, o Duce – título que identificava Mussolini – alcançou triunfo inicial com a invasão da Etiópia (África), logo depois recuperada pelos ingleses que ocuparam sua capital Adis Abeba, e restabeleceram o poder do imperador africano. Os sucessivos fracassos do Eixo foram gradativamente aumentando sua impopularidade do regime. Em 24 de julho de 1943, Mussolini foi preso por ordem do rei sob grande entusiasmo popular. Não obstante, houve uma tentativa de conquista do poder quando, após sua libertação pelos alemães, O Duce fundou a denominada República de Saló para continuar a guerra. De nada adiantou. As contínuas derrotas nazistas e a ação das forças antifascistas, apoiadas pelos Aliados e formadas por populações rurais e operárias apressaram a eliminação do regime fascista. Benito Mussolini, preso em 27 de abril de 1945, quando procurava fugir para a Suiça, foi fuzilado.

AZEVEDO, Antonio Carlos do Amaral. DICIONÁRIO DE NOMES, TERMOS E CONCEITOS HISTÓRICOS. 3a ed, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999. pp 194-195.


Entre Guerras - Fascismo - Atividade Extra Classe



Entre Guerras - Fascismo

Atividade Extra Classe

Texto: As Rejeições e Afirmações do Fascismo

Conteúdo do 1º Bimestre

História - Ensino Médio - 3º Anos

Para acessar o texto de referência Clique Aqui

Para acessar a atividade: Clique Aqui


Fascismo Italiano - Entre Guerras 1 - Aula Ilustrada




Aula Síntese

Fascismo Italiano - Entre Guerras

História Contemporânea

Tema de Estudo - 3° Anos - Ensino Médio

1° Bimestre

Para acessar a apresentação em pdf clique aqui




Revolução Russa de 1917 - Aula Ilustrada



Aula síntese sobre a Revolução Russa de 1917

História Contemporânea

Tema do 1° Bimestre - 3° Ano - Ensino Médio

Para acessar o pdf da apresentação clique aqui




segunda-feira, 23 de março de 2020

Orientações sobre ensino e aprendizagem à distância nos 3° Anos A, B e C




Prezados alunos dos 3° Anos A, B e C



Para esse período de paralisação das aulas presenciais, decorrente da disseminação da pandemia do Corona Vírus - COVID-19 estamos organizando algumas alternativas e estratégias, para que os alunos possam dar continuidade aos estudos de história, mesmo à distância, estudando e desenvolvendo os conteúdos em casa. Neste sentido, vamos publicar uma série de materiais, aulas ilustradas, atividades, exercícios, sínteses, indicações para que você possa dar continuidade ao processo de ensino e aprendizagem.

Em primeiro lugar, vamos apresentar os principais temas que fazem parte do programa de História dos 3os Anos A, B e C, no 1° Bimestre – 2020.


PROGRAMA DE HISTÓRIA - 3° Anos A, B e C - 1° BIMESTRE – 2020


CONTEÚDOS 



Imperialismo / Neocolonialismo

Conflitos entre os países imperialistas

Belle Époque

I Guerra Mundial

A Revolução Russa e o Stalinismo

Entre Guerras

A crise econômica de 1929 e seus efeitos mundiais

Totalitarismo:
Fascismos
Nazismo

Guerra Civil Espanhola

II Guerra Mundial


OBJETIVOS
Competências e Habilidades

Compreender os conceitos de Imperialismo e neocolonialismo;

Compreender os fundamentos ideológicos do Imperialismo;

Compreender a história da África Contemporânea;

Compreender os mecanismos e manifestações do racismo contemporâneo;

Conhecer e vivenciar diferentes aspectos da cultura africana e afro-brasileira;

Compreender as origens da Primeira Guerra Mundial;

Conhecer noções básicas da Revolução Russa;

Compreender os princípios da ideologia do fascismo e do nazismo;

Compreender o funcionamento das ditaduras fascistas;

Compreender a Guerra Civil Espanhola;

Estabelecer relações causais entre as ideologias raciais e o determinismo no contexto do imperialismo europeu e seus impactos na África e na Ásia.

Reconhecer os principais produtos, utilizados pelos europeus, procedentes do continente africano durante o imperialismo e analisar os impactos sobre as comunidades locais na forma de organização e exploração econômica;

Identificar e contextualizar o protagonismo das populações locais na resistência ao imperialismo na África e Ásia;

Identificar e relacionar as dinâmicas do capitalismo e suas crises, os grandes conflitos mundiais, os conflitos vivenciados na Europa e as relações de poder entre as nações;

Identificar as especificidades e os desdobramentos mundiais da Revolução Russa e seu significado histórico;

Analisar a crise capitalista de 1929 e seus desdobramentos em relação à economia global;

Descrever e contextualizar os processos da emergência do fascismo e do nazismo, a consolidação dos estados totalitários, suas concepções e as práticas de extermínio (como o holocausto);


sábado, 21 de março de 2020

Primeira Guerra Mundial - Atividade Cartográfica




Primeira Guerra Mundial - Atividade Cartográfica

Conteúdo do 1° Bimestre - 3° Anos - Ensino Médio

Programa de História

Para acessar a atividade clique aqui


Mapas de Referências


Blocos Militares na Europa - 1914





Regimes Políticos na Europa - 1914
(mapa para o preenchimento da tabela)






quarta-feira, 18 de março de 2020

Enclosure - Cercamento




CERCAMENTOS – ENCLOSURES




Palavra Inglesa que se refere ao cercamento dos campos abertos e que constituiu um dos fatores essências para as transformações na estrutura agrária da Inglaterra a partir do século XVI. Até então, de modo geral, as terras divididas em open fields (“campos abertos”) e common lands (“terras comuns”). Os campos abertos, possuídos  a título individual, admitiam também o arrendamento a terceiros (copyholdres) na qualidade de posseiros. Os lotes de terras, na sua maioria, penetravam uns nos outros, o que não só dificultava o cercamento de cada lote como também obrigava a existência de numerosos caminhos de acesso. Na agricultura, tal situação impossibilitava a identificação da produção individual, pois tornava inevitável o caráter coletivo do plantio. A divisão dos lotes em três partes destinadas ao cultivo buscava, na Idade Média, a preservação da rentabilidade do solo. Os campos de repouso, na entressafra, transformam-se em áreas coletivas de pastagens onde os posseiros ou proprietários podiam deixar o gado. Nas terras comuns, por sua vez, as populações mais carentes desfrutavam de vários direitos, sendo permitido que nelas pastassem três animais de cada família sem propriedades. Os enclosures, ou seja, o cercamento dessas terras, abertas ou comuns,  permitiam aos proprietários separá-las. Com isso, a terra ficou extremamente valorizada, especializou-se a produção e favoreceu-se a aplicação de capitais. Embora existisse cercamento de pequenas propriedades (sítios, granjas), predominaram os enclosures de grandes propriedades, mormente as que destinavam à indústria de lã, visto que a criação de carneiros exige grandes áreas de pastagem em contrapartida a diminuição de mão-de-obra. A monarquia inglesa procurou conter, sem grande sucesso, o desemprego que os cercamentos ocasionavam.  Os enclosures continuaram em vigor no século XVIII, alcançando o seu clímax no início do século XIX. O cercamento dos campos foi um dos principais agentes das grandes transformações econômicas da estrutura agrária inglesa e mesmo mundial. A formação de grandes propriedades decorrente deste sistema trouxe a amplificação dos investimentos capitalistas no campo, alterando as relações de trabalho e os métodos de produção.

AZEVEDO, Antonio Carlos do Amaral. DICIONÁRIO DE NOMES, TERMOS E CONCEITOS HISTÓRICOS. 3a ed, Rio de Janeiro, Nova Fronteira, 1999. pp 173.

terça-feira, 17 de março de 2020

Orientações sobre ensino e aprendizagem à distância nos 2° Anos B e C




Prezados alunos dos 2° Anos B e C


Para esse período de paralisação das aulas presenciais, decorrente da disseminação da pandemia do Corona Vírus - COVID-19 estamos organizando algumas alternativas e estratégias, para que os alunos possam dar continuidade aos estudos de história, mesmo à distância, estudando e desenvolvendo os conteúdos em casa. Neste sentido, vamos publicar uma série de materiais, aulas ilustradas, atividades, exercícios, sínteses, indicações para que você possa dar continuidade ao processo de ensino e aprendizagem.

Em primeiro lugar, vamos apresentar os principais temas que fazem parte do programa de História dos 2os Anos B e C, no 1° Bimestre – 2020.


PROGRAMA DE HISTÓRIA - 2° Anos B e C - 1° BIMESTRE – 2020

CONTEÚDOS 

1 - Absolutismo, Centralização Monárquica, Formação dos Estados Nacionais

2 - Mercantilismo,

3 – Expropriações e Cercamentos

3 – Expansão Marítima Comercial – Grandes Navegações

4 - Sistemas Coloniais

4 - Reformas e Contrarreforma Religiosas

5 - Renascimento Científico e Cultural



Objetivos Específicos
Habilidades e Competências


Estudar e pesquisar o processo de formação da Idade Moderna e do Capitalismo

Compreender o processo de Formação dos Estados Nacionais

Compreender e perceber a Idade Moderna como um período de transformações e mudanças

Compreender o processo de Expansão Marítima Comercial

Estudar e pesquisar o processo o início do processo de colonização


Compreender o funcionamento do sistema colonial e do mercantilismo

Identificar as principais características dos Humanismos e dos Renascimentos, analisar seus significados, relacionando-os ao processo da expansão marítima;

Identificar e relacionar as vinculações entre as reformas religiosas (Protestante e Contrarreforma Católica) e os processos culturais e sociais do período moderno na Europa e na América;

Descrever os processos de formação e consolidação das monarquias europeias, bem como as principais características dessas monarquias com vistas à compreensão das razões da centralização política;

Comparar as navegações no Atlântico e no Pacífico entre os séculos XIV e XVI, especialmente em relação aos avanços científicos, às novas rotas, às relações comerciais e interações culturais até então estabelecidas;

Identificar conexões, interações e consequências do contato entre as sociedades do chamado Novo Mundo, da Europa, da África e da Ásia no contexto das navegações nos Oceanos Atlântico, Índico e Pacífico;


Atividade Extra-Sala Absolutismo



Atividade Extra Sala

Primeiro Bimestre - 2° Anos B e C

Temas: Absolutismo, Centralização Monárquica, Formação dos Estados Nacionais, Mercantilismo e Cercamentos


Para acessar a atividade clique aqui

Mercantilismo - conceito




MERCANTILISMO


A definição mais aceita de mercantilismo informa que esse termo compreende um conjunto de ideias e práticas econômicas dos Estados da Europa ocidental entre os séculos XV, XVI e XVIII voltadas para o comércio, principalmente, e baseadas no controle da economia pelo Estado. Mercantilismo dá nome, nesse sentido, às diferentes práticas e teorias econômicas do período do Absolutismo europeu.

Mas tal conceito não existiu no período mesmo que chamamos de mercantilista. Na verdade, a palavra mercantilismo só começou a ser usada pelos economistas clássicos do final do século XVIII para se referir às rígidas práticas de intervenção do Estado na economia, práticas que eles consideravam danosas e às quais faziam severa oposição. Assim, o mercantilismo não existiu como um conjunto coeso de ideias e práticas econômicas, nem como grupo de pensadores da economia com uma filosofia comum. De fato, sob a definição de mercantilismo foram reunidos pelos críticos diferentes autores e diferentes políticas econômicas, com pouco em comum, a não ser o fato de pertencerem a países absolutistas.

As teorias e práticas mercantilistas estão inseridas no contexto de transição do Feudalismo para o Capitalismo, possuindo ainda características marcantes das estruturas feudais e já diversos fatores que serão mais tarde identificados com características capitalistas, não sendo nenhum dos dois sistemas, no entanto.

O termo mercantilismo define aspectos econômicos desse processo de transição. Se o mercantilismo tem sua contraparte política no Estado absoluto, no campo social tem relação com a estrutura social comumente conhecida como sociedade do Antigo Regime. Ou seja, a estrutura social estamental, ainda baseada na sociedade de ordens do medievo, porém com novos elementos, dos quais a burguesia é o principal fator de diferenciação.



Fonte:
Silva, Kalina Vanderlei. Dicionário de conceitos históricos. 3a ed., São Paulo,  Contexto, 2013, pp 283


Biblioteca Leituras do Professor - FDE

sábado, 29 de fevereiro de 2020

Absolutismo - conceito



ABSOLUTISMO

O Absolutismo é um conceito histórico que se refere à forma de governo em que o poder é centralizado na figura do monarca, que o transmite hereditariamente. Esse sistema foi específico da Europa nos séculos XVI a XVII. Assim, não podemos falar de um Absolutismo chinês ou africano, pois devemos ter sempre em mente que os conceitos são construídos para determinado momento e lugar na história, e não podem ser aplicados para outras realidades de forma indiscriminada.

O surgimento do Absolutismo se deu com a unificação dos Estados nacionais na Europa ocidental no início da Idade Moderna, e foi realizada com a centralização de territórios, criação de burocracias, ou seja, centralização de poder nas mãos dos soberanos. Essa centralização aconteceu, no entanto, após uma série de conflitos específicos. Durante a Idade Média, os monarcas feudais dividiam o poder com os grandes senhores de terra, mas com a formação dos Estados nacionais iniciou-se um processo de diminuição do poder desses senhores. Tal processo foi possibilitado pelo crescente poder econômico da burguesia, característicos desse momento histórico, além de disputas políticas entre os príncipes e a Igreja Católica, visto que o Papado durante toda a Idade Média foi uma considerável força internacional.

Nesse processo, é notável a ligação entre política e religião, pois o Absolutismo tendia a conceder ao rei um caráter sacralizado. Esse aspecto foi mais enfatizado na França pela teoria do direito divino dos reis, defendida no século XVII por filósofos como o bispo Bossuet. Uma teoria que legitimava o poder absoluto da monarquia francesa, cujo principal expoente foi Luís XIV, o chamado Rei Sol, defendendo que o poder absoluto do rei e a centralização do Estado se deviam a Deus. Deus escolhera o rei e sua linhagem, e logo seu poder não deveria ser contestado por nenhum de seus súditos.

Assim sendo, percebemos que o Absolutismo se liga a um determinado momento da história das nações europeias, o momento em que uma monarquia fortalecida com os conflitos políticos internos entre diferentes grupos sociais, e apoiada por justificativas filosóficas, controla e consolida o Estado nacional.


Fonte:
Silva, Kalina Vanderlei. Dicionário de conceitos históricos. 3a ed., São Paulo,  Contexto, 2013, pp 11-12

Biblioteca Leituras do Professor - FDE



quinta-feira, 27 de fevereiro de 2020

Aula sobre Absolutismo e Mercantilismo


Absolutismo e Mercantilismo - Aula Síntese

Temas que abrem os conteúdos de História no 1° Bimestre
2° Anos B e C - Ensino Médio

para acessar a apresentação em pdf clique aqui

quarta-feira, 26 de fevereiro de 2020

Aula Síntese - Imperialismo - Neocolonialismo



Aula, apresentação do tema Imperialismo, Neocolonialismo

História Contemporânea

Temática presente no currículo de História do Ensino Médio

1° Bimestre - 3° Ano

Para acessar a apresentação clique aqui

quarta-feira, 19 de fevereiro de 2020

Atividade Extra Sala - Imperialismo - Neocolonialismo

Atividade Extra Sala - Imperialismo/Neocolonialismo

1° Bimestre - 2020

3° Anos - Ensino Médio 

Para acessar a atividade clique aqui


Mapas de Referência:




Mapa Político da África, o mapa acima deverá ser utilizado para você preencher o mapa da África com seus respectivos países (continentais e insulares)




Mapa do Imperialismo na África, o mapa acima deverá ser utilizado para você preencher e pintar o mapa da Imperialismo na África em 1914, utilize as mesmas cores do mapa de referência




Mapa dos Biomas Africanos, o mapa acima deverá ser utilizado para você preencher e pintar o mapa dos Biomas Africanos.




Mapa com o ano das Independências dos países Africanos, o mapa acima deverá ser utilizado para você preencher na tabela o ano da independência dos países africanos.


Lista de países e territórios africanos


Para colocar a tabela em ordem alfabética e também obter outras informações úteis para o preenchimento da tabela acesse o link abaixo: